Banalidade Ver 2.0

É manhã de sábado, janeiro, chuvoso (como todo mês de Janeiro) – aliás, quando eu nasci, dizem que choveu o mês inteiro – mas, voltando aos fatos, a banalidade volta a tona.

Em um passeio de bicicleta pelo campo, encontramos neblina e sereno, algo que para nós, seres classificados como da cidade grande, ou além, também chamados de modernos, tende a ser incomum. Visto isso, os rapazes ficaram maravilhados com tal fato, com tal ar puro.

Porém, experimente perguntar a algum morador, o que ele acha de morar ali naquele campo, naquele sertão de sossego, e com certeza, terá a resposta “ah, é comum, essa neblina tem toda manhã.”. Caros, a banalidade, volta a tona. Ela não ocorre apenas com seres, modernos, da cidade grande. Ela acontece em todo e qualquer centro, é a banalidade 2.0, bem vindo.

Então, vamos que vamos. (oh! que frase mais banal.) – digo e repito: “Ah banal, que palavra mais sem sal!”.

Posted in Cotidiano, Textos próprios by Fábio Reche at janeiro 20th, 2008.

4 Responses to “Banalidade Ver 2.0”

  1. Danile disse:

    Mas é o que eu te disse ontem… tudo é relativo, tudo é questão de conceito! Do mesmo jeito que a neblina é banal pra eles, o seu computador, em alguns aspectos, é banal pra vc!
    E assim a vida gira, roda, vai e volta, coisas aparecem se tornam banais, coisas desaparecem e percebemos que eram essenciais… a água pra mtos hj em dia é banal, jogar lixo pra fora do carro pra mtos é banal, pq não pegam uma bike e vão mato a dentro pra sentirem e dar valor!
    Ah, mas questão ecologica pra mts ainda, infelizmente, é banal! :(
    Maaaaaaas ahhhh que inveja boa do meu namorado viu! Minha próxima conquista será uma bike, pra eu poder ir junto né! E não ficar chupando o dedo banalmente rs!

    Bjo, amo te!

  2. conhecer culturas esse eh o esquema abraço….

  3. Ed Mort disse:

    Eu preciso comprar uma bike também… para participar dessas banalidades… :(

  4. dicco disse:

    O banal de um é o tesouro do outro. Dê mais valor para aquilo que você tem.

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