Amigo terrorista, eu gosto muito

Pode parecer estranho, mas eu tenho um amigo terrorista. Eu gosto muito dele, diria minha namorada que eu tenho paixão por ele. Paixão fraternal, mas que ele é terrorista ele é. Essa semana meu amigo terrorista completa mais uma primavera entre nós. Eu digo que ele é o tal, pois ele possui idéias muito loucas, as vezes é insano, as vezes é como eu, as vezes pensa, somente as vezes.

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O que eu gosto no amigo, é que ele fala o que pensa e briga por pouca coisa, especialmente se for para defender de quem ele gosta. Amigo, talvez isso pudesse esperar sua nova primavera, mas devido a seu pedido, aqui está a minha homenagem e demonstração de carinho a ti meu jovem. Que um dia possamos ler tudo isso que escrevemos, que comentamos, que “nerdiamos”. A vida que nós levamos é a que importa e que estejamos juntos sempre, sempre nós mesmos, sempre nós, nossa turma, nosso “povo”. Dia 4 junho, dia do amigo, do meu amigo terrorista!

Posted in Textos próprios at junho 1st, 2009. 7 Comments.

Pergunta científica que não quer calar

Final de semana de sol, páscoa e muitos momentos agradáveis na chácara que o Guru nos convidou, realmente foi empolgante, pois nos divertimos e tivemos uma comida formidável (valeu Guru e família). Retirando a parte emocional do final de semana, fui indagado pelo sr. Rafael Gimenes, publicamente, “tá esperando o que para comprar um novo celular?”.

Tum… silêncio de minha parte.

No mesmo momento o Rafa me responde, se bem que você nem ouve música, não vai usar para nada. E realmente, ele me respondeu perfeitamente. Fiquei pensando agora aqui, domingo a noite se realmente preciso de um aparelho bendito anteriormente e ainda estou esperando um recurso científico / tecnológico realmente novo que me empolgue. As câmeras não me empolgam, música eu curto muito, mas não sou fã de ouvir no telefone, pois não tenho motocicleta e no carro não dá muito certo.

Posso ser um novo sovina digital, porém ainda não encontrei um motivo justo para ter uma máquina faladora realmente nova e cheia de recursos. Talvez eu nade contra a correnteza que o mundo sem fios inaugurou ou talvez a compra de um roteador possa de vez resolver o problema digital que me abala. E outra, eu não posto para o Google me encontrar, eu posto é para você ler, boniiito assim. O título do post é estranho e vai permanecer assim. Uma ótima semana a vocês!

Posted in Textos próprios at abril 12th, 2009. 6 Comments.

Amor pela profissão

Eu realmente estou louco, pode até ser.

Ultimamente, em todo quanto é comércio que ando e até nas notícias que leio, tenho notado coisas estranhas, todas elas quase sempre ligadas a falta de amor pela profissão. Você vai, procura um emprego (que deveria ser o seu trabalho), e lá está você empregado, com carteira assinada, plano de saúde, décimo terceiro e férias. O problema é: “escolhi direito?”, quem deve saber é você, vulgo trabalhador.

Dias atrás, eu e Danile girlfriend estávamos num centro de compras, vulgo shopping, comprando um gelado sorvete. Agora que culpa tenho eu se, a pessoa que me atendeu, trabalha ali e talvez, eu disse talvez, ganhe pouco? – bem, ganhar pouco, não significa serviço mal feito, não significa não sorrir, não significa atender alguém com a mínima vontade. Se você não vê progressão em seu emprego, procure então um trabalho, ao invés de um emprego. Eu realmente estou louco.

É despreparo e muita falta de vontade. Ninguém tem culpa de nada e todo mundo pode ser o que quiser, mas falta, e muito, vontade em ser algo. Não desmereço a profissão de ninguém e respeito a de todos, mas eu vejo muitos coletores de lixo, que fazem o serviço com o tal Amor pela profissão.

Acredito que todos querem um dia melhorar, mas trabalhar apenas para ver a conta estufar ao final do mês, é para o fiofó cair do bumbum, pra não dizer outra coisa.

Quando se é criança respeita-se muito mais profissões de médicos, policiais e afins. Queria ser criança e sentir isso em profissionais novamente. A descrença tá braba.

Posted in Textos próprios at janeiro 5th, 2009. 9 Comments.

Emaranhado de colegas digitais

A cena brasileira na internet deixou de ser analógica. Com a chegada das redes sociais, sites de bate papo perderam muito o seu enfoque, agora a vida digital tomou conta do ser. Como disse o professor Edgar Edmort em uma discussão antiga, isso se dá ao fato do brasileiro ser dado a uma socialização, coisa não comum a povos europeus, que são mais fechados.

Temos em nossas casas (parentes), em colégios e escolas (que tenham internet), em nossos bairros, do seu lado o colega de trabalho, enfim, é todo mundo digital, teclando, visualizando, falando com 2, 3, 4 até 10 ao mesmo tempo. O computador conseguiu concentrar novas formas de comunicação, que pode durar 10 segundos, que pode durar 10 anos, em um artigo que está lá no fundo do baú do Google, mas que do nada pode ser encontrado, lido e restaurado.

Colegas digitais eu tenho um montão, foi até engraçado, que na rede do twitter um colega que parece um conhecido velho, não é conhecido por ninguém. Apenas mora fisicamente na mesma cidade de uma roda de amigos malucos, que tendem a usar tecnologia, por mais que pensem que podem se afastar dela. As pessoas querem contato, querem ver as fotos de outras pessoas, coisas que só eram possíveis visitando as casas, e abrindo antigos álbuns de fotografia num domingo a tarde.

Posted in Textos próprios at novembro 19th, 2008. 10 Comments.

Uma hora tá calor, na outra tá frio

Que saúde que aguenta não Fábio?

Foi com essa frase que minha mama me questionou outro dia. Acredito que a atual conjuntura em que moramos e vivemos no Brasil, nos faz reclamar, reclamar e resmungar, resmungar e sempre reclamar.

A estrutura do corpo chamado sistema está encabeçada em fazer o cidadão reclamar, de tudo, de todos, até da temperatura do planeta. Até o editor do blog anda reclamão, nunca está contente e põe-se a reclamar. Somos robôs repetidores, soltam reclamações para todo lado, mas buscam pouco a solução. Reclamamos da fila do mercado, da fila do banco, do calor, do frio, da chuva que não vem, da chuva que está durando 5 dias, do celular que opera, do dinheiro que sempre é curto – mas talvez, deixamos de olhar o todo, daquilo que se pode fazer – é mas eu prefiro reclamar.

Por exemplo agora, a minha lâmpada do quarto está quase queimando e todo dia eu olho pra ela, reclamo in memorian, mas não tomo a solução de comprar. Isso porque para comprar vou ter que gastar, então é melhor reclamar e esperar ela queimar. Mas que pensamento reclamão adicionado de sovina.

Acredito que o tal sistema, se ele existir, está me enlouquecendo. Em tempos de crise, recessão, eu não aguento mais ver a tv, e nem você blog. Sobrevivam caros amigos, eu preciso de vocês sempre. E de você também Danile.com

ps: vai se danar mídia brasileira – parem de colocar sequestro ao vivo; parem de enriquecer pessoas comuns que agora serão celebridades!

Posted in Maluquices da mente, Textos próprios at outubro 23rd, 2008. 4 Comments.