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	<title>Fábio Reche &#187; Textos próprios</title>
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	<description>Assuntos diversos sobre tecnologia e meu cotidiano como brasileiro.</description>
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<title>Fábio Reche</title>
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		<title>Amigo terrorista, eu gosto muito</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 23:56:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Reche</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos próprios]]></category>
		<category><![CDATA[amizade]]></category>

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		<description><![CDATA[Pode parecer estranho, mas eu tenho um amigo terrorista. Eu gosto muito dele, diria minha namorada que eu tenho paixão por ele. Paixão fraternal, mas que ele é terrorista ele é. Essa semana meu amigo terrorista completa mais uma primavera &#8230; <a href="http://www.fabioreche.com/2009/06/amigo-terrorista-eu-gosto-muito/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pode parecer estranho, mas eu tenho um amigo terrorista. Eu gosto muito dele, diria minha namorada que eu tenho paixão por ele. Paixão fraternal, mas que ele é terrorista ele é. Essa semana meu amigo terrorista completa mais uma primavera entre nós. Eu digo que ele é o tal, pois ele possui idéias muito loucas, as vezes é insano, as vezes é como eu, as vezes pensa, somente as vezes.</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-288" title="dsc02524" src="http://www.fabioreche.com/wp-content/uploads/2009/06/dsc02524-300x225.jpg" alt="dsc02524" width="300" height="225" /></p>
<p>O que eu gosto no amigo, é que ele fala o que pensa e briga por pouca coisa, especialmente se for para defender de quem ele gosta. Amigo, talvez isso pudesse esperar sua nova primavera, mas devido a seu pedido, aqui está a minha homenagem e demonstração de carinho a ti meu jovem. Que um dia possamos ler tudo isso que escrevemos, que comentamos, que &#8220;nerdiamos&#8221;. A vida que nós levamos é a que importa e que estejamos juntos sempre, sempre nós mesmos, sempre nós, nossa turma, nosso &#8220;povo&#8221;. Dia 4 junho, dia do amigo, do meu amigo terrorista!</p>
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		<title>Pergunta científica que não quer calar</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 23:15:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Reche</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos próprios]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[celular velho]]></category>

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		<description><![CDATA[Final de semana de sol, páscoa e muitos momentos agradáveis na chácara que o Guru nos convidou, realmente foi empolgante, pois nos divertimos e tivemos uma comida formidável (valeu Guru e família). Retirando a parte emocional do final de semana, &#8230; <a href="http://www.fabioreche.com/2009/04/pergunta-cientifica-que-nao-quer-calar/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Final de semana de sol, páscoa e muitos momentos agradáveis na chácara que o Guru nos convidou, realmente foi empolgante, pois nos divertimos e tivemos uma comida formidável (valeu Guru e família). Retirando a parte emocional do final de semana, fui indagado pelo sr. <a title="Rafael Gimenes.net" href="http://www.rafaelgimenes.net" target="_blank">Rafael Gimenes</a>, publicamente, &#8220;tá esperando o que para comprar um novo celular?&#8221;.</p>
<blockquote><p>Tum&#8230; silêncio de minha parte.</p></blockquote>
<p>No mesmo momento o Rafa me responde, se bem que você nem ouve música, não vai usar para nada. E realmente, ele me respondeu perfeitamente. Fiquei pensando agora aqui, domingo a noite se realmente preciso de um aparelho bendito anteriormente e ainda estou esperando um recurso científico / tecnológico realmente novo que me empolgue. As câmeras não me empolgam, música eu curto muito, mas não sou fã de ouvir no telefone, pois não tenho motocicleta e no carro não dá muito certo.</p>
<p>Posso ser um novo<a href="http://www.fabioreche.com/2008/02/o-meu-bolo-e-o-centavo-digital/" target="_blank"> sovina digital</a>, porém ainda não encontrei um motivo justo para ter uma máquina faladora realmente nova e cheia de recursos. Talvez eu nade contra a correnteza que o mundo sem fios inaugurou ou talvez a compra de um roteador possa de vez resolver o problema digital que me abala. E outra, eu não posto para o Google me encontrar, eu posto é para você ler, boniiito assim. O título do post é estranho e vai permanecer assim. Uma ótima semana a vocês!</p>
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		<title>Amor pela profissão</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 00:49:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Reche</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos próprios]]></category>
		<category><![CDATA[amor pela profissão]]></category>
		<category><![CDATA[amor profissão]]></category>
		<category><![CDATA[profissão]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu realmente estou louco, pode até ser. Ultimamente, em todo quanto é comércio que ando e até nas notícias que leio, tenho notado coisas estranhas, todas elas quase sempre ligadas a falta de amor pela profissão. Você vai, procura um &#8230; <a href="http://www.fabioreche.com/2009/01/amor-pela-profissao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu realmente estou louco, pode até ser.</p>
<p>Ultimamente, em todo quanto é comércio que ando e até nas notícias que leio, tenho notado coisas estranhas, todas elas quase sempre ligadas a falta de amor pela profissão. Você vai, procura um emprego (que deveria ser o seu trabalho), e lá está você empregado, com carteira assinada, plano de saúde, décimo terceiro e férias. O problema é: &#8220;escolhi direito?&#8221;, quem deve saber é você, vulgo trabalhador.</p>
<p>Dias atrás, eu e Danile girlfriend estávamos num centro de compras, vulgo shopping, comprando um gelado sorvete. Agora que culpa tenho eu se, a pessoa que me atendeu, trabalha ali e talvez, eu disse talvez, ganhe pouco? &#8211; bem, ganhar pouco, não significa serviço mal feito, não significa não sorrir, não significa atender alguém com a mínima vontade. Se você não vê progressão em seu emprego, procure então um trabalho, ao invés de um emprego. Eu realmente estou louco.</p>
<p>É despreparo e muita falta de vontade. Ninguém tem culpa de nada e todo mundo pode ser o que quiser, mas falta, e muito, vontade em ser algo. Não desmereço a profissão de ninguém e respeito a de todos, mas eu vejo muitos coletores de lixo, que fazem o serviço com o tal Amor pela profissão.</p>
<p>Acredito que todos querem um dia melhorar, mas trabalhar apenas para ver a conta estufar ao final do mês, é para o fiofó cair do bumbum, pra não dizer outra coisa.</p>
<p>Quando se é criança respeita-se muito mais profissões de médicos, policiais e afins. Queria ser criança e sentir isso em profissionais novamente. A <em>descrença </em>tá braba.</p>
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		<title>Emaranhado de colegas digitais</title>
		<link>http://www.fabioreche.com/2008/11/emaranhado-de-colegas-digitais/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 10:49:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Reche</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos próprios]]></category>
		<category><![CDATA[colegas digitais]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo digital]]></category>
		<category><![CDATA[vida digital]]></category>

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		<description><![CDATA[A cena brasileira na internet deixou de ser analógica. Com a chegada das redes sociais, sites de bate papo perderam muito o seu enfoque, agora a vida digital tomou conta do ser. Como disse o professor Edgar Edmort em uma &#8230; <a href="http://www.fabioreche.com/2008/11/emaranhado-de-colegas-digitais/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cena brasileira na internet deixou de ser analógica. Com a chegada das redes sociais, sites de bate papo perderam muito o seu enfoque, agora a vida digital tomou conta do ser. Como disse o professor <a href="http://edmort.wordpress.com" target="_blank">Edgar Edmort </a>em uma <a href="http://www.fabioreche.com/?p=107" target="_blank">discussão antiga</a>, isso se dá ao fato do brasileiro ser dado a uma socialização, coisa não comum a povos europeus, que são mais fechados.</p>
<p>Temos em nossas casas (parentes), em colégios e escolas (que tenham internet), em nossos bairros, do seu lado o colega de trabalho, enfim, é todo mundo digital, teclando, visualizando, falando com 2, 3, 4 até 10 ao mesmo tempo. O computador conseguiu concentrar novas formas de comunicação, que pode durar 10 segundos, que pode durar 10 anos, em um artigo que está lá no fundo do baú do Google, mas que do nada pode ser encontrado, lido e restaurado.</p>
<p>Colegas digitais eu tenho um montão, foi até engraçado, que na rede do twitter um <a href="http://twitter.com/dotzero" target="_blank">colega </a>que parece um conhecido velho, não é conhecido por ninguém. Apenas mora fisicamente na mesma cidade de uma roda de amigos malucos, que tendem a usar tecnologia, por mais que pensem que podem se afastar dela. As pessoas querem contato, querem ver as fotos de outras pessoas, coisas que só eram possíveis visitando as casas, e abrindo antigos álbuns de fotografia num domingo a tarde.</p>
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		<title>Uma hora tá calor, na outra tá frio</title>
		<link>http://www.fabioreche.com/2008/10/uma-hora-ta-calor-na-outra-ta-frio/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Oct 2008 22:52:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Reche</dc:creator>
				<category><![CDATA[Maluquices da mente]]></category>
		<category><![CDATA[Textos próprios]]></category>

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		<description><![CDATA[Que saúde que aguenta não Fábio? Foi com essa frase que minha mama me questionou outro dia. Acredito que a atual conjuntura em que moramos e vivemos no Brasil, nos faz reclamar, reclamar e resmungar, resmungar e sempre reclamar. A &#8230; <a href="http://www.fabioreche.com/2008/10/uma-hora-ta-calor-na-outra-ta-frio/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que saúde que aguenta não Fábio?</p>
<p>Foi com essa frase que minha <em>mama </em>me questionou outro dia. Acredito que a atual conjuntura em que moramos e vivemos no Brasil, nos faz reclamar, reclamar e resmungar, resmungar e sempre reclamar.</p>
<p>A estrutura do corpo chamado sistema está encabeçada em fazer o cidadão reclamar, de tudo, de todos, até da temperatura do planeta. Até o editor do blog anda reclamão, nunca está contente e põe-se a reclamar. Somos robôs repetidores, soltam reclamações para todo lado, mas buscam pouco a solução. Reclamamos da fila do mercado, da fila do banco, do calor, do frio, da chuva que não vem, da chuva que está durando 5 dias, do celular que opera, do dinheiro que sempre é curto &#8211; mas talvez, deixamos de olhar o todo, daquilo que se pode fazer &#8211; é mas eu prefiro reclamar.</p>
<p>Por exemplo agora, a minha lâmpada do quarto está quase queimando e todo dia eu olho pra ela, reclamo in memorian, mas não tomo a solução de comprar. Isso porque para comprar vou ter que gastar, então é melhor reclamar e esperar ela queimar. Mas que pensamento reclamão adicionado de sovina.</p>
<p>Acredito que o tal sistema, se ele existir, está me enlouquecendo. Em tempos de crise, recessão, eu não aguento mais ver a tv, e nem você blog. Sobrevivam caros amigos, eu preciso de vocês sempre. E de você também Danile.com</p>
<p>ps: vai se danar mídia brasileira &#8211; parem de colocar sequestro ao vivo; parem de enriquecer pessoas comuns que agora serão celebridades!</p>
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		<title>Círculo vicioso</title>
		<link>http://www.fabioreche.com/2008/10/circulo-vicioso/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 13:52:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Reche</dc:creator>
				<category><![CDATA[Circus Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Textos próprios]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Todo circuloso vicioso que se preze é uma questão de cores e sabores // vou dizer que eu não acredito mais em você(s)&#8221; &#8211; banda Menki, música Sem Compromisso Eis que o assunto se inicia com esse trecho, dessa música &#8230; <a href="http://www.fabioreche.com/2008/10/circulo-vicioso/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Todo circuloso vicioso que se preze é uma questão de cores e sabores // vou dizer que eu não acredito mais em você(s)&#8221; &#8211; banda Menki, música Sem Compromisso</p>
<p>Eis que o assunto se inicia com esse trecho, dessa música meio sem nexo, mas que é legal. Acredito que estou de saco cheio. Saco é uma palavra chula, segundo meu professor de redação. Mas eu diria a todos os políticos que eu não acredito mais em vocês.</p>
<p>Estou cansado da sociedade, e ela se resume hoje em minha família, namorada e alguns raros mas belos amigos (rockers with edgar, trampo, neto banza e alguns blogueiros (aka w1zard)). Cansado de presidir a sociedade consumista, na qual 30 mil iPhones são vendidos em uma semana. Status? o que é status no mundo globalizado, pensei que fosse apenas a barra inferior dos programas de computador. Programas que servem para capitalizar, gerar, bonificar, trazer, montar, encher o cofre de dinheiro. Programas, da qual eu vivo atualmente a construir, desenhar, codificar, mas que ainda não o fiz para ajudar ninguém, muito menos quem tem necessidades.</p>
<p>E qual seria o status de pessoas com fome, pessoas que sofrem violência da sociedade, que tem o status do iPhone mas que consome drogas, que gera violência em cima de violência. O problema não é o juros sobre juros, muito menos a merda da tabela Price que me assombra, mas sim a violência sobre violência.</p>
<p>Status, que status é esse? talvez eu não precise de um blog, talvez eu não precise do meu telefone, talvez eu precise de tudo isso para me manter no status &#8220;informado, conectado&#8221;. Tudo é uma questão de cores e sabores. É né? ou não!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Murmuros do asiático</title>
		<link>http://www.fabioreche.com/2008/03/murmuros-do-asiatico/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 23:55:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Reche</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos próprios]]></category>

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		<description><![CDATA[Pena os olhos miúdos, não enxergarem o pequeno Suri subir as escadas. De fato, o pequeno garoto procurava algo a ser entendido, já que o estrondo, de tão grande, o deixou perdido no espaço. Espaço, qual a definição, espaço de &#8230; <a href="http://www.fabioreche.com/2008/03/murmuros-do-asiatico/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pena os olhos miúdos, não enxergarem o pequeno Suri subir as escadas. De fato, o pequeno garoto procurava algo a ser entendido, já que o estrondo, de tão grande, o deixou perdido no espaço. Espaço, qual a definição, espaço de espaço, ou espaço de sideral, infinito? do contra, dois corpos podem sim, ocupar o mesmo lugar no espaço, átomos, quem precisa deles. Talvez eu seja feito de átomo, talvez de água, ar, fogo, terra ou tudo misturado.  Acho que os quadros de domingo a noite estão me deixando alucinado.</p>
<p>Polvilhe a relação. Eu sou um amigo polvilho, da sociedade secreta, daquele que tenta entender o pensamento, daquele que ao tentar ler isto, não entende, pois nunca sentou-se na areia, ao meio-dia, sol a pique, e abriu um saco de biscoito, produzido a exatos 208km de distância, e que grande poder tem, seja para aprender ou embriagar &#8211; não importa.</p>
<p>Diriam ou disseram grandes sábios, que muitos aprenderam embriagados, ou que apresentaram dissertações perfeitas, embriagados. E o que tudo isso tem a ver com o tal asiático, não sei. Talvez, eu tenha pensado numa japonesa, chinesa, coreana, talvez eu não tenha pensado em nada, viajei. Vocabulário, preciso ler para entender mais as palavras, mas não quero ser profissional, quero ser amador.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O que quer dizer a expressão &#8220;Vualá&#8221;?</title>
		<link>http://www.fabioreche.com/2008/02/o-quer-quer-dizer-a-expressao-vuala/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 22:38:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Reche</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos próprios]]></category>
		<category><![CDATA[voilà]]></category>
		<category><![CDATA[vualá]]></category>

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		<description><![CDATA[Reche blog também é cultura e aprendizado. No assunto anterior, usei o termo &#8216;vualá&#8217;, enfim, para dar impressão de &#8216;é isto&#8217;, ou &#8216;ai está&#8217;. Eu já tinha ouvido esta expressão, e nem me liguei em usar propositalmente, foi algo espontâneo. &#8230; <a href="http://www.fabioreche.com/2008/02/o-quer-quer-dizer-a-expressao-vuala/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reche blog também é cultura e aprendizado. No assunto anterior, usei o termo &#8216;vualá&#8217;, enfim, para dar impressão de &#8216;é isto&#8217;, ou &#8216;ai está&#8217;. Eu já tinha ouvido esta expressão, e nem me liguei em usar propositalmente, foi algo espontâneo. Eis, que um leitor do blog questionou, então vai uma breve explicação:</p>
<p>Pergunta: <strong>O que quer dizer a expressão &#8220;Vualá?&#8221;</strong><br />
Resposta: A pronúncia é como você escreveu, mas a escrita correta é &#8220;voilà&#8221;.<br />
É francês e significa &#8220;eis aí&#8221;. Vem de &#8220;vois là&#8221; = veja aí.<br />
É usando em francês quando se quer mostrar algo:</p>
<p>- Voilà la voiture = Lá está o carro<br />
- Voici le café = Aqui está o café.</p>
<p>(Voici era usado para perto e voilà para longe. Entretanto, a tendência é cada vez mais só se usar voilà para toda situação).</p>
<p>Outra situação em que se usa é quando alguém conclui sua idéia. Por exemplo, você fala que fulano não entendeu o que você quis dizer. Aí a pessoa que está falando com você diz &#8220;então você quer falar com ele&#8221;. Aí você responde &#8220;voilà&#8221;.</p>
<p>[voltando aos fatos]<br />
Eu peguei essa resposta no site do <strong>Yahoo! Respostas</strong> e o autor da resposta é  <strong>Alyson Vilela</strong>. O rapaz é professor de francês, e quem se interessar, consulte o perfil dele <a href="http://br.answers.yahoo.com/my/profile;_ylt=A9FJu9NU5MVHfugAdBEAFBV.;_ylv=3?show=0bcb218b55aaac01bf8fd9b29feba93aaa" target="_blank">neste link</a>.</p>
<p>Caríssimos, voilà! <img src='http://www.fabioreche.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>O meu bolo e o centavo digital</title>
		<link>http://www.fabioreche.com/2008/02/o-meu-bolo-e-o-centavo-digital/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Feb 2008 11:32:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Reche</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos próprios]]></category>
		<category><![CDATA[avarento]]></category>
		<category><![CDATA[bolo]]></category>
		<category><![CDATA[centavo digital]]></category>
		<category><![CDATA[centavos]]></category>
		<category><![CDATA[mesquinho]]></category>
		<category><![CDATA[pagar com centavos]]></category>
		<category><![CDATA[sovina]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem eu comprei um bolo para comer. Como pré combinado com a confeiteira, ele me custa 22 reais o quilo. Se trata de um bolo muito bom&#8230; pá! esquece. O fato é que o bolo custou ao final R$ 22,07 &#8230; <a href="http://www.fabioreche.com/2008/02/o-meu-bolo-e-o-centavo-digital/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem eu comprei um bolo para comer. Como pré combinado com a confeiteira, ele me custa 22 reais o quilo.</p>
<p>Se trata de um bolo muito bom&#8230; pá! esquece. O fato é que o bolo custou ao final R$ 22,07 &#8211; pesado em uma balança digital.</p>
<p>Se eu fosse pagar em dinheiro, vivo, papel, pagaria 22 reais. (Brasil), porém há porém. Usando o fantástico dinheiro digital (cartão de crédito/débito), me cobraram R$ 22,07. Reparem, em todas as suas compras, o centavo digital tem um valor incrível, mas no mundo &#8216;analógico&#8217; ou &#8216;real&#8217; como queira, o centavo real, duro como latão, não vale e geralmente, 2 centavos não são cobrados.</p>
<p>Seria eu um <a title="Sovina Digital" href="http://pt.wiktionary.org/wiki/sovina" target="_blank">sovina </a>digital?</p>
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		<title>Ópio, uma simples questão de ponto de vista!</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Feb 2008 13:53:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danile Bonel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos próprios]]></category>

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		<description><![CDATA[Há tempos atrás, estava um ET lá com seus desmiolados botões tentando, ou melhor, aventurando-se a ler alguns poemas de grandes, eternos e famosos poetas ingleses de séculos passados. Eis então que os “malucos” chamaram a atenção do coisa verde, &#8230; <a href="http://www.fabioreche.com/2008/02/opio-uma-simples-questao-de-ponto-de-vista/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há tempos atrás, estava um ET lá com seus desmiolados botões tentando, ou melhor, aventurando-se a ler alguns poemas de grandes, eternos e famosos poetas ingleses de séculos passados. Eis então que os “malucos” chamaram a atenção do coisa verde, pois os poemas eram cheios de símbolos e não dizeres. Mas, o vício de um era algo desconhecido até então! <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Samuel_Taylor_Coleridge" title="Samuel Taylor Coleridge" target="_blank">S. T. Coleridge</a> era viciado em ópio!</p>
<p>Mas que diabo é esse ópio?</p>
<p>Ora, desculpas aos especialistas, mas pelo pouco que o sr. cabeçudo e verdinho sabe sobre esses seres habitantes do Planeta Terra e suas descobertas, que nem sempre são interessantes, mas sempre com um propósito, seja ele qual for! Ópio é algo extraído de grãos ou coisa semelhante da Papoula. É uma substância extremamente alucinógena e capaz de aliviar dores tremendas, algo semelhante à morfina.  Mas acontece que o tal de Jeremias, opa, o tal do Coleridge tinha reumatismo e ele, ah coitadinho!, acabou viciado no danado.</p>
<p>Agora a <em>“questã” </em>é:</p>
<ul>
<li>Se ópio aliena as pessoas dos problemas que elas têm, seja ele físico ou mental, somos consumidores natos de ópio quando assistimos certos programas na tv?</li>
</ul>
<ul>
<li>Será que também somos usuários assíduos de ópio quando falamos de consciência ecológica e muitos não fazem nada?</li>
</ul>
<ul>
<li>“Ópiciados” somos quando não acreditamos na professora da escola quando ela diz que nossos filhos estão passando dos limites?</li>
</ul>
<ul>
<li>Fumamos doses cavalares de ópio quando lemos um jornal e acreditamos na imparcialidade do jornalista?</li>
</ul>
<ul>
<li>Será que somos burros? Malucos? Humanos manipulados em um mega laboratório chamado Terra?</li>
</ul>
<p>É, meus queridos amigos extraterrestres, o buraco aqui na Terra é mais embaixo.</p>
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