É manhã de sábado, janeiro, chuvoso (como todo mês de Janeiro) – aliás, quando eu nasci, dizem que choveu o mês inteiro – mas, voltando aos fatos, a banalidade volta a tona.
Em um passeio de bicicleta pelo campo, encontramos neblina e sereno, algo que para nós, seres classificados como da cidade grande, ou além, também chamados de modernos, tende a ser incomum. Visto isso, os rapazes ficaram maravilhados com tal fato, com tal ar puro.
Porém, experimente perguntar a algum morador, o que ele acha de morar ali naquele campo, naquele sertão de sossego, e com certeza, terá a resposta “ah, é comum, essa neblina tem toda manhã.”. Caros, a banalidade, volta a tona. Ela não ocorre apenas com seres, modernos, da cidade grande. Ela acontece em todo e qualquer centro, é a banalidade 2.0, bem vindo.
Então, vamos que vamos. (oh! que frase mais banal.) – digo e repito: “Ah banal, que palavra mais sem sal!”.